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  • Foto do escritorAMEA - Associação Mato-Grossense de Educação Ambiental

AMEA agora é uma entidade de utilidade pública



A AMEA (Associação Mato-grossense de Educação Ambiental), passa a ser considerada uma entidade de utilidade pública no município de Sinop. O título foi concedido pelo prefeito de Sinop, Roberto Dorner, através do decreto 130/2021. A promoção é uma resposta ao pleito feito pelos vereadores Célio Garcia e Juventino Silva, que levantaram a necessidade através de uma indicação.

Embora exista desde 1999, a AMAE ganhou destaque recente com sua mobilização de pesquisadores e cientistas para desenvolver uma solução de prevenção e combate das queimadas no Pantanal de Mato Grosso. Através dos seus esforços, colaboradores modelaram o que ficou conhecido como “Radar do Fogo”: um conjunto de dispositivos capaz de monitorar remotamente o princípio de incêndios florestais mesmo nas regiões mais distantes, enviando as informações para as brigadas de combate.

Ao ser declarada como Utilidade Pública, a AMEA terá mais facilidade para implementar seu projeto – a grande meta é implantar o Radar do Fogo por todo Pantanal. Isso porque o título dá condições da entidade firmar convênios com o poder público, que deve ser o grande financiador desse projeto. O acesso aos recursos de fundos ambientais também fica facilitado para entidades consideradas de utilidade pública.

Agora a AMEA tenta obter o mesmo reconhecimento em nível estadual. Quem está a frente dessa empreita é o deputado estadual, Dilmar Dal’Bosco (DEM), que tem a sua base eleitoral em Sinop – berço de origem da AMEA.

Enquanto o título estadual não se concretiza, a entidade avança na apresentação do seu projeto para os órgãos ambientais. Nesta quinta-feira (20), a presidente da AMEA, Agnéia Siqueira explanou os detalhes do Radar do Fogo em uma reunião na Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente).

Para cobrir todo o Pantanal com os aparelhos de monitoramento e montar uma rede de comunicação instantânea das informações, a AMEA estima um investimento na ordem de R$ 3 milhões – quantia ínfima se considerados os 2,3 milhões de hectares do bioma pantaneiro que foram consumidos pelas chamas no ano passado.


Escrito por Jamerson Miléski ( reportagem retirada do site GC Notícias) 27 de Maio de 2021 às 07:44

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